30.10.09

agricultura

lavrar o papel
(ou qualquer outro solo poético peleparedepc)
enxada na mão

lavar a mão
da enxurrada de
letra

asopidnvpodiaspondakpsodkaspnurasernpaviopsfsdjpofjnsdpfdspfnsapdfsdonsaofpnspodfd

de cabo em punho
dar cabo ao poema
levá-lo do leito do
coma ao
do rio

verdade mesmo é
ar que respiro, conta d'água, soluço etc
no mais
empenho de poeta
é rede de baiano

Um comentário:

Mairla Melo disse...

Muito fiche esse poema!!!
Gastanto meu vocabulário "Português" pra elogiar seus poemas que leio sempre...
Beijos até

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